Urban Canvas – Uma nova ferramenta para o planejamento das cidades.

Visualização de dados espaciais 3D + Planejamento e Desenho Urbano
O poderoso software de simulação foi criado com o desenvolvimento colaborativo em mente, permitindo aos urbanistas trabalharem em equipe no processo de modelação das cidades. Neste âmbito o programa permite a partilha e tratamento de dados urbanísticos de múltiplas fontes.
O Urban Canvas funciona em integração com soluções Cloud, possuindo igualmente uma vertente desktop, pelo que aproveita as vantagens de ambas as facetas de desenvolvimento de projetos. Permite aos urbanistas editarem os dados do modelo diretamente na Cloud, com feedback visual em tempo real.
A framework de modelação urbana permite a rápida geração de modelos 3D de edifícios, incorporando funções que facilitam a geração automática de zonas metropolitanas com base em tipologias, restrições geométricas e funcionais, bem como em estilos arquitetônicos, entre outros fatores. Possibilita também o estudo de múltiplos cenários para a mesma área e confere uma quarta dimensão nos projetos ao permitir visualizar a evolução no tempo de diferentes propostas.
Visualize dados espaciais em 3D

Transformar rapidamente dados espaciais em visualizações 3D em apenas alguns passos.

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  • Visualize contexto rapidamente com mapas de base incorporados.
  • Importe forma e atribuir dados de arquivos ou a nuvem.
  • Formas da cor com os dados, e criar visualizações 3D em poucos cliques.
Edite dados urbanos na nuvem, de forma colaborativa

Localizar e corrigir erros de dados e melhorar a qualidade rapidamente com feedback visual imediato.2urbancanvas

  • Edite atributos de parcelas individuais e edifícios.  Verificar se há erros por inspeção visual de grandes áreas ou através da aplicação de filtros personalizados.

  • Editer rapidamente muitas parcelas ou edifícios, pintando na visualização em 3D.
  • Colabore. Planejadores urbanos e regionais podem trabalhar juntos no mesmo banco de dados compartilhado para maximizar a qualidade, e reduzir o trabalho. Ativar permissões para controlar o acesso de gravação para diferentes partes dos dados.
  • Represente mudanças em limites de áreas, tais como subdivisões, agregações, ou servidões usando a separação, juntar-se e apagar ferramentas.

Estudar cenários alternativos

Obter uma visão detalhada dos projetos com propostas UrbanCanvas.

  • Criar cenários para estudar propostas alternativas para o mesmo local.
  • Criar várias alternativas de desenvolvimento, alterando os parâmetros de controle, incluindo os regulamentos de altura, atribuições de zoneamento e distâncias de recuo.
  • Visualize propostas ao longo do tempo, utilizando o regulador de tempo.
Projetos de desenvolvimento de pipeline de trilha

Obter uma visão de alto nível de projetos no pipeline de desenvolvimento com projetos de desenvolvimento.

  • Colabore com vários órgãos de planejamento para criar uma lista principal de projetos de desenvolvimento previstos em curso .
  • Veja os projetos de desenvolvimento planejados em sua vizinhança e visualize seus atributos. Integre informações sobre o desenvolvimento em escala regional para decisões de planeamento local.
  • Use projetos de desenvolvimento como insumos para simulações. Incorporá-los como eventos de desenvolvimento programadas para compreender seu impacto.
Rapidamente gerar tipologias e construção de modelos 3D

Poupe tempo com a modelagem baseada na tipologia. Em vez de tediosamente modelar cada edifício, utilize tipologias personalizáveis ​​para  gerar automaticamente modelos 3D que se adaptam às encomendas, pegadas de construção e seus atributos.

  • Atribuir tipologias para locais individuais para ver em pequena escala , ou atribuir uma mistura de tipologias em uma grande área, para uma visão genérica rápida.
  • Crie o seu próprio tipologias, como edifícios pódio, terraço jardins, casas geminadas com telhados de duas águas, prédios de estacionamento, parques e praças, com um editor visual. Sem necessidade de codificação.
  • Use tipologias de desenvolvimento padrão para estudar aglomeração ou adicionar edifícios de assinatura para estudar personagem. Atribuir usos da terra pelo chão para representar desenvolvimentos de uso misto em 3D.
  • Alterar tipologia ou o número de andares de um edifício e ver a mudança imediatamente refletidas no modelo 3D.6a017c3334c51a970b01b7c77d0555970b

Fonte: synthicity

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BIM do 3D ao 7D

MODELO COLABORATIVO

3D-BIM, gira em torno de um modelo de dados integrados a partir do qual as várias partes interessadas, tais como arquitetos, engenheiros, construtores, fabricantes e proprietários de projeto podem extrair e gerar pontos de vista e informações de acordo com suas necessidades. Visualizações tridimensionais permite aos participantes ver em tempo real as modificações feitas em uma parte do projeto, serem modificadas automaticamente nas outras partes.O “BIM” 3D ajuda os participantes a gerenciar sua colaboração multidisciplinar de forma mais eficaz na modelagem e análise de problemas espaciais e estruturais complexos. Além disso, cada ponto do modelo virtual possui uma informação parametrizada, de forma, que podemos prever a durabilidade de todos os componentes durante todo o ciclo de vida da edificação.

Benefícios

Melhorou a visualização do projeto, a comunicação da intenção do projeto.

Melhoria da colaboração multidisciplinar.

Redução do retrabalho

AGENDAMENTO

4D-BIM é usado para atividades relacionadas com planejamento local de construção. A quarta dimensão do BIM permite que os participantes para extrair e visualizar o progresso de suas atividades por meio do ciclo de vida do projeto. A utilização da tecnologia 4D-BIM pode resultar em melhor controle sobre a detecção de conflitos ou sobre a complexidade das mudanças que ocorrem durante o curso de um projeto de construção. 4D BIM fornece métodos para gerenciar e visualizar informações de status da construção, alterar impactos, bem como apoiar a comunicação em várias situações, como informar a equipe de construção ou advertência sobre os riscos.

Benefícios
Integração BIM com modelos de simulação 4D CAD trazer benefícios aos participantes em termos de otimização de planejamento.

Construtores e fabricantes podem otimizar as suas atividades de construção e coordenação de equipe.

ESTIMANDO

5D-BIM é usado para a composição de orçamento e análise de custo atividades relacionadas. A quinta dimensão de BIM associado com 3D e 4D (Tempo) permite aos participantes visualizar o andamento de suas atividades e os custos relacionados com o tempo. A utilização da tecnologia 5D-BIM pode resultar em uma maior precisão e previsibilidade de orçamentos, mudanças de escopo do projeto e os materiais, equipamentos ou mudanças de mão de obra. 5D BIM fornece métodos para extrair e analisar os custos, avaliação de cenários e impactos das mudanças.

Benefícios
Integração BIM com modelos de simulação 5D CAD permite o desenvolvimento de construções sustentáveis mais eficiente
s e rentáveis.

SUSTENTABILIDADE

6D-BIM, ajuda a realizar análises de energia consumo. A utilização da tecnologia 6D-BIM pode resultar em estimativas de energia mais completas e precisas no início do processo de projeto. Também, permite a medição e verificação durante a construção e melhores processos de escolha de instalações de alto desempenho. É nesta etapa que podemos associar o BIM com o Green Building, chamado por alguns autores de Green BIM. Dessa forma, é fácil ver que os dois conceitos conversam entre sim.

Benefícios
Integração BIM com modelos de simulação 6D leva a uma redução global no consumo de energia.

MANUTENÇÃO

7D-BIM é utilizado pelos gestores na operação e manutenção das instalações durante todo o seu ciclo de vida. A sétima dimensão do BIM permite que os participantes para extrair e rastrear dados de ativos relevantes, tais como status do componente, especificações, manutenção / manuais de operação, datas de garantia etc. A utilização da tecnologia 7D-BIM pode resultar em mais fácil e rápida substituição de peças, cumprindo e otimizado uma gestão racionalizada ciclo de vida de ativos ao longo do tempo. 7D BIM proporciona processos para o gerenciamento de subcontratante / fornecedor, facilitando a manutenção durante todo o ciclo de vida da construção. Nesta etapa, ainda não muito usada no Brasil, é que se enquadra nova norma de desempenho para edificações, a NBR 15575.

Benefícios
Integração BIM com modelos de simulação 7D CAD otimiza gestão de ativos desde a concepção à demolição.

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Primeira norma de BIM no Brasil

Está em consulta nacional até o dia 18 de novembro a sétima parte da NBR 15965-7 – Sistema de Classificação da Informação da Construção: Informação da Construção, a primeira norma sobre o Building Information Modeling (BIM) desenvolvida no Brasil.

A nova normativa da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece, por meio de 13 tabelas, termos padronizados e codificados para serem utilizados em projetos e estudos de viabilidade de uma construção, de modo que o uso do BIM seja feito de maneira confiável e sem perda de informações entre as diversas fases de planejamento e execução. O Sistema de Classificação das Informações pode ser usado por toda a indústria da construção civil, seja para o segmento de edificações ou para a infraestrutura e o setor industrial.

O objetivo da norma, de acordo com o coordenador da Comissão de Estudo Especial (CEE) 134 de Modelagem de Informação da Construção da ABNT, Wilton Catelani, é garantir que um usuário envolvido numa fase inicial de um empreendimento, ao utilizar os termos com a padronização estabelecida pela norma, passe informações perfeitamente entendíveis aos usuários envolvidos nas fases posteriores.

O conteúdo total da normativa foi planejado para ser desenvolvido e publicado em sete partes. As partes 1, 2 e 3 já foram publicadas e correspondem, respectivamente, aos conteúdos: ABNT NBR 15965-1:2011 – Classificação e Terminologia, que explica como o conteúdo foi planejado, inclusive a divisão da norma em sete partes; ABNT NBR 15965-2:2012 – Características dos Objetos; e ABNT NBR 15965-3:2014 – Processos da Construção Civil.

Ainda segundo Catelani, os impactos causados pela norma na construção civil incluirão, além da facilidade nos processos de planejamento de obras, a confiabilidade, a integridade e a continuidade das informações obtidas em diferentes fases do projeto, utilizadas por grupos de usuários distintos.

Parte das tabelas componentes da normativa já foi utilizada em projetos da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI), que envolvem ainda a utilização de sistemas como SAP, Autodesk (Revit, Vault, BIM 360 Field), Oracle (Primavera e Hard Dollar) e Microsoft (Sharepoint) e prevê, inclusive, a utilização de tablets nas obras, para controlar a qualidade de serviços executados e fazer o gerenciamento de serviços subempreitados. As tabelas da ABNT foram utilizadas tanto na codificação dos componentes utilizados pela empresa em diversas das suas áreas (orçamento, planejamento, compras), como no desenvolvimento das Estruturas Analíticas de Projetos, que estruturam e embasam seus principais processos.

Clique aqui para acessar o projeto da norma e enviar sugestões à ABNT.

Fonte: Construnormas

Este post foi uma sugestão de Marcélio Farias.

Modelagem 3D para pré-fabricados

Desde que desembarcou no Brasil, o Building Information Modeling (BIM) vem conquistando espaço principalmente por facilitar a compatibilização de projetos e a gestão da obra nos canteiros. Por razões naturais, arquitetura e projeto de estruturas foram as disciplinas que primeiro avançaram na utilização do modelo 3D. Na esteira desse desenvolvimento, começaram a ser desenvolvidos projetos com sistemas construtivos industrializados, em especial com vigas, lajes e painéis de concreto pré-fabricados.

O que motiva tais iniciativas é, principalmente, a busca por produtividade e confiabilidade. Por ser uma ferramenta multidisciplinar na qual o projeto pode ser compartilhado por projetistas de várias disciplinas, o BIM evita interferências e possibilita uma visualização mais clara dos conflitos em regiões críticas do detalhamento. Além disso, por ser parametrizada, permite que, em caso de correções, os detalhes de pontos em comuns sejam atualizados simultaneamente. Estudos realizados nos Estados Unidos e citados na tese de mestrado da engenheira Luciana El Debs, defendida no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), mostram que a modelagem em BIM chega a ser 58% mais produtiva do que o processo tradicional em 2D.

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Verificações ampliadas
A adoção de elementos pré-fabricados em uma obra requer projetos de estrutura e de arquitetura compatibilizados e com alto controle de execução para garantir que todos os sistemas possam ser executados com precisão. Nesse tipo de obra industrializada, qualquer desvio pode levar a perdas significativas de material e a retrabalhos. ‘Introduzir o BIM faz todo o sentido, já que permite verificar as interfaces entre os sistemas construtivos, solucionar os conflitos e garantir um projeto de alta qualidade para execução. Além disso, é possível enviar as informações do modelo 3D diretamente para máquinas CNC que irão produzir os elementos pré-fabricados’, acrescenta Joyce Delatorre, coordenadora do Núcleo BIM da Método Engenharia.

Fonte: Revista Téchne

Como anda o BIM nas incorporadoras

Desde que começaram a testar o uso da plataforma BIM no desenvolvimento de seus projetos, as incorporadoras brasileiras se depararam com desafios e oportunidades. Conheça algumas experiências a seguir.

Há cerca de quatro anos, as grandes construtoras e incorporadoras brasileiras iniciaram, quase que simultaneamente, uma série de projetos-piloto que visavam a avaliar a pertinência da utilização da plataforma Building Information Modeling (BIM), de modelagem 3D. A motivação estava na possibilidade de elevar a produtividade, reduzir perdas, abreviar prazos, melhorar a assertividade dos orçamentos e a qualidade do produto imobiliário. Aliado a isso, outros impulsos ampliaram o interesse das empresas em testar esse sistema de uso mais consolidado nos Estados Unidos e na Europa. Projetos que vêm do exterior para implantação no Brasil, muitas vezes, já requisitam a modelagem 3D. por conta da facilidade gerada na fase de manutenção, alguns empreendimentos governamentais e privados já exigem a entrega em BIM, como é o caso da Petrobras e de outros contratantes que ficam com a gestão da operação e das facilities sob seu comando. “por fim, já há um número razoável de projetistas das principais disciplinas, sobretudo arquitetura e estrutura, que oferecem seus projetos modelados”, destaca o diretor da Sinco Engenharia, Fernando Augusto Correa da Silva.

Desde então, essas empresas vêm enfrentando uma série de desafios, ao mesmo tempo em que conquistam alguns avanços. “Apesar de crescente, a demanda pelo BIM ainda é pequena, o que acaba dificultando sua implementação, principalmente diante da necessidade de enfrentar questões emergenciais do dia a dia, como o atendimento a prazos, custos e qualidade das obras”, revela Fávio Villas Boas, diretor técnico da Tecnisa.

“Como o BIM é um processo que gera uma implantação paralela aos procedimentos diários das empresas, a evolução que temos visto é resultante da própria maturação de sua utilização”, avalia Silva, que trabalha com o BIM em sua empresa desde 2010. “Os clash detections (apuração de falhas de projetos), a retirada de quantidades e a pré-execução são alguns dos instrumentos que passaram a ficar disponíveis e que antes não existiam. O melhor entendimento e a prática operacional dos softwares escolhidos também ajudaram nessa evolução”, complementa Silva.

A negociação com projetistas para convencê-los de que vale a pena adotar a nova ferramenta, a falta de padronização de componentes e a necessidade de maior interação entre os participantes do projeto são algumas dificuldades comuns enfrentadas pelas empresas que vêm testando o BIM nos últimos anos. “A principal dificuldade não está na tecnologia, e sim no processo e na cultura de mercado”, acredita Paulo Sérgio Oliveira, diretor de engenharia da JHSF. Segundo ele, para se ter sucesso com o uso do BIM nas atividades de engenharia, projeto, construção e incorporação, é preciso gerar resultados ao mesmo tempo em que os novos processos são construídos. “É necessário ter uma cultura para a inovação: aceitar riscos e ter tolerância com a experimentação, adequar-se constantemente às demandas do mercado e às novas tecnologias, lidar diariamente com o industrializado versus o convencional, criar alianças estratégicas com projetistas e fornecedores e abordar, de forma sistêmica e integrada, as disciplinas de um empreendimento”, detalha Oliveira.

“As empresas precisam entender como o BIM vai agregar valor a elas. É importante ter objetivos claros e estabelecer as prioridades a serem atingidas. Também é fundamental que os investidores, incorporadores e construtores enxerguem valor e sejam os propulsores do mercado para o uso mais amplo do BIM”, acrescenta João Paulo Bueno Sanches, gerente técnico da Gafisa.

Independentemente do estágio de utilização do BIM, nenhuma das fontes entrevistadas por Construção Mercado duvida que a tendência seja de ampliação do uso do BIM nos próximos anos. “O armazenamento em nuvem, a mobilidade dos hardwares, o desenvolvimento e a integração de novos softwares, a instrumentação das obras na execução e no pós-ocupação são tendências que impulsionarão a disseminação do BIM”, aposta Silva.

Outra tendência que pode se consolidar em um futuro mais imediato é a adoção de uma solução híbrida, que utilize a modelagem em BIM nas partes mais críticas do projeto, mantendo o 2D nas partes mais simples. “Isso acontece nos Estados Unidos, onde o BIM muitas vezes não é usado para o edifício todo, mas apenas onde ele agrega calor e tem vantagem competitiva”, comenta Fábio Villas Bõas, da Tecnisa.

Fonte: Engworks