Modelagem 3D para pré-fabricados

Desde que desembarcou no Brasil, o Building Information Modeling (BIM) vem conquistando espaço principalmente por facilitar a compatibilização de projetos e a gestão da obra nos canteiros. Por razões naturais, arquitetura e projeto de estruturas foram as disciplinas que primeiro avançaram na utilização do modelo 3D. Na esteira desse desenvolvimento, começaram a ser desenvolvidos projetos com sistemas construtivos industrializados, em especial com vigas, lajes e painéis de concreto pré-fabricados.

O que motiva tais iniciativas é, principalmente, a busca por produtividade e confiabilidade. Por ser uma ferramenta multidisciplinar na qual o projeto pode ser compartilhado por projetistas de várias disciplinas, o BIM evita interferências e possibilita uma visualização mais clara dos conflitos em regiões críticas do detalhamento. Além disso, por ser parametrizada, permite que, em caso de correções, os detalhes de pontos em comuns sejam atualizados simultaneamente. Estudos realizados nos Estados Unidos e citados na tese de mestrado da engenheira Luciana El Debs, defendida no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), mostram que a modelagem em BIM chega a ser 58% mais produtiva do que o processo tradicional em 2D.

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Verificações ampliadas
A adoção de elementos pré-fabricados em uma obra requer projetos de estrutura e de arquitetura compatibilizados e com alto controle de execução para garantir que todos os sistemas possam ser executados com precisão. Nesse tipo de obra industrializada, qualquer desvio pode levar a perdas significativas de material e a retrabalhos. ‘Introduzir o BIM faz todo o sentido, já que permite verificar as interfaces entre os sistemas construtivos, solucionar os conflitos e garantir um projeto de alta qualidade para execução. Além disso, é possível enviar as informações do modelo 3D diretamente para máquinas CNC que irão produzir os elementos pré-fabricados’, acrescenta Joyce Delatorre, coordenadora do Núcleo BIM da Método Engenharia.

Fonte: Revista Téchne

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BIM já é uma preocupação dos fabricantes de materiais de instalações

Docol inova e compartilha biblioteca de produtos no conceito BIM

Arquitetos, decoradores e engenheiros já contam com uma nova ferramenta para acessar e usar a biblioteca de produtos Docol em seus projetos. O DocolBIM é um aplicativo exclusivo e compatível com as três plataformas mais utilizadas na arquitetura, o AutoCAD®, Revit® e SketchUp™.

Além de disponibilizar todo o mix de produtos Docol dentro do conceito BIM, o aplicativo transforma o projeto tradicional em uma simulação virtual, oferece facilidades como sistemas multiplataformas, projetos em 3D e integração com produtos complementares, entre outras. Permite também que os componentes digitais sejam reconhecidos pelo sistema, agregando mais realismo aos ambientes e facilitando adaptações e ajustes ao longo do seu desenvolvimento.

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Para fazer o download gratuito e participar do treinamento on-line da ferramenta, clique aqui

O que é o TigreCAD®?

O TigreCAD® é um aplicativo para o software AutoCAD® e Revit® MEP desenvolvido para a Tigre S/A Tubos e Conexões pela OFCDesk. O TigreCAD® não é meramente um conjunto de Desenhos (Biblioteca) mas sim um software completo, destinado ao desenvolvimento e detalhamento dos projetos de instalações de Esgoto Predial, Água Fria, Água Quente, Drenagem Predial e Eletricidade Predial. Utilizando os mais modernos conceitos de BIM o TigreCAD® também atende plenamente aos usuários da plataforma Revit® MEP.

Através de uma interface gráfica amigável e interativa são disponibilizadas ferramentas especiais para a inserção, edição e quantificação dos produtos Tigre inseridos em projetos do AutoCAD® e Revit® MEP. Todos os produtos são disponibilizados em 3D facilitando a integração com projetos arquitetônicos e possibilitando uma percepção moderna dos projetos de tubulações.

Desenvolvido com tecnologia de ponta para AutoCAD® e Revit® MEP, o TigreCAD® permite que os usuários possam projetar voltando sua atenção para o projeto. As regras e configurações dos produtos Tigre fazem parte das ferramentas de desenho evitando que o usuário cometa erros básicos em encaixe de produtos, posicionamento, diâmetro e compatibilidade. As tubulações e o projeto podem ser validados também segundo as normas NBR dentro do próprio projeto.

Todos os produtos estão disponíveis em páginas específicas contendo suas imagens reais, o que torna mais fácil a sua seleção com um simples clique do mouse. Após o término do desenho, ou a qualquer momento, o usuário pode efetuar a quantificação dos itens utilizados obtendo uma lista completa com a descrição, a quantidade e o código comercial dos mesmos. Esta lista pode ser visualizada na tela ou até exportada como arquivo de texto no formato CSV compatível com diversos aplicativos como o Microsoft Excel®.

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DecaBIM

Buscando atender a crescente demanda dos profissionais por famílias de louças e metais sanitários para projetos com o conceito BIM (Building Information Modeling), a Deca é o primeiro fabricante nacional de louças e metais sanitários a oferecer uma biblioteca desenvolvida para os projetos com esse conceito.

A biblioteca foi desenvolvida inicialmente na plataforma Autodesk Revit® em conjunto com as empresas especialistas quattro D e Corbis Global, contando com a participação de profissionais de escritórios de arquitetura, sistemas prediais e construtores no processo de desenvolvimento dos modelos, de forma a garantir a qualidade e funcionalidade esperada pelo mercado, bem como a utilização plena da biblioteca no dia a dia dos profissionais nas diversas fases de projetos de edifícios. Todo este processo contou com o envolvimento da fabricante do software.

Com a biblioteca DecaBIM, a Deca visa auxiliar os profissionais do mercado a obter maior agilidade, sofisticação e facilidade ao desenvolver seu trabalho, de forma a promover a valorização dos projetos de arquitetura e engenharia, o desenvolvimento tecnológico da construção civil, além de fornecer uma biblioteca com a qualidade esperada pelo mercado e desempenhar seu papel como empresa líder e inovadora.

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A biblioteca será lançada em etapas, com um pacote específico de tipos e/ou linhas de produtos, de forma que os profissionais do mercado possam dar sua opinião sobre o conteúdo desenvolvido. Para baixar a biblioteca Deca clique aqui.

How small firms should prepare for the BIM 2016 mandate 

Clique aqui para ler em português

The Government Construction Strategy

The Government Construction Strategy is a policy paper issued by the UK Government that sets the target of reducing the cost of government construction projects by 15-20 percent “by the end of the current Parliament.” One of the key initiatives is to mandate “fully collaborative 3d BIM [Building Information Modeling] by 2016.”

This means that in two years, anyone involved with a government project in the UK will be contractually obligated to use BIM. While the policy only pertains to publicly procured projects, it is expected to catalyze similar requirements from the private sector. So whether or not you do governmental work, collaborative BIM is likely to become a prerequisite for most medium to large projects in the UK within the next couple of years.

Collaborative BIM

There are many ways to use BIM. At its most basic, BIM can be used inside a firm to produce design documentation. This is sometimes called “Level 1 BIM” or ”lonely BIM” because the model is only used internally and not shared with external partners. Communication with partners still happens using traditional drawings sets.

The UK government has mandated a more sophisticated form of BIM called “collaborative BIM,” also known as “Level 2 BIM” or ”social BIM.” In this scenario, the model is developed by multiple companies. The architect, MEP engineer, and other consultants all create a model. These models are then shared so that project participants can check things, such as whether the duct from the MEP engineer clashes with the column designed by the structural engineer. Data extracted from these models are shared in a similar way. Rather than just producing traditional drawings, the architect might give a fabricator geometric data for a CNC machine or they might generate a COBie spreadsheet of all the assets in the building for the building owner.

Could this harm small businesses?

Some in the industry are concerned that small firms might be disadvantaged by the 2016 BIM requirements since small firms are much less likely to be using BIM. The 2014 NBS National BIM Report shows that BIM is used by only 35 percent of small firms with up to five employees. Firms with more than five employees are almost twice as likely to be using BIM, with 61 percent of them having already undertaken the adoption.

The differences of scale make sense historically. Large firms working on large projects have had the most to gain from the benefits BIM offers in terms of systematically organizing and sharing building information. Large firms have also benefited from having dedicated IT staff to guide the transition, as well as the resources to absorb potential disruptions. In contrast, small firms have had less flexibility and less financial incentive to undertake the change.

These differences in scale are becoming less pronounced. Small firms have more reasons than ever to adopt BIM, and many are already racing to undergo the adoption before 2016. Fortunately, this is easier than ever. The pioneering work has already been done by other firms. The best practices are established, many of the contractors and owners are primed to accept BIM, and the technology is mature. It is a perfect time for small firms to make the change.

Adopting BIM before 2016

A common misconception is that your firm can adopt BIM just by purchasing the right software. This is an easy mistake to make. Unfortunately, it’s a mistake that leaves a lot of firms in trouble.

Many of the difficulties associated with adopting BIM can be avoided if a firm realizes that BIM isn’t about the software, it’s about change management. Your employees don’t just have to learn a new software, they have to learn a new way of delivering projects.

Small firms adopting BIM benefit from a lack of institutional bureaucracy that could hinder adoption. Change may be easier to initiate, but it still requires leadership. For a successful adoption, it is paramount that someone within the firm takes responsibility for the adoption. So identifying the BIM leader is the first step. The leader must be technical, ideally with experience in delivering BIM projects. If this person doesn’t exist within your organization, consider hiring them or employing a consultancy.

Once the BIM leader is in place, the next steps are to begin making the switch. At a small firm, it’s practical to make the switch in unison. Select a project that everyone can be involved with – preferably one that’s not too difficult or time constrained. Staff training should begin as close to the project kickoff as possible to ensure there isn’t a significant gap between training and application. Once the first project starts, someone experienced in BIM should guide the project so that modeling mistakes are proactively addressed before they become serious problems down the line.

For the first project, you will probably use BIM just internally to generate design documents. This isn’t a particularly ground-breaking application of BIM, but it’s a safe place to start. As you grow more confident, you will be well positioned to start working towards the collaborative BIM requirements for 2016.

An infrastructure for adoption

It’s important that your infrastructure is designed to support the expected workload. BIM places new demands on your infrastructure. Most obviously, if you want to undertake collaborative BIM, you must have the network to support the exchange of data internally and externally. This will typically involve having a reliable internet connection, robust internal networking, and an internal server. For a small office, the server doesn’t have to be especially powerful. At a minimum, we recommend 16GB of memory, a 2.6GHz four-core Intel® Xeon® processor, and a couple of terabytes of storage. HP sells a range of servers targeted at small to medium businesses. The HP ProLiant ML350e is a great choice because it doesn’t require any special cooling or housing. You can just set it up in the corner of your office and have it serve the BIM files.

In addition, it is important to have the right desktop computers. BIM places significantly more demands on your hardware when compared to traditional 2d CAD drafting. Look for workstations that have been certified to run your Autodesk software. They should include SSDs for fast file opening, at least 16GB of RAM, a mid-range GPU, and a fast Intel Xeon processor. For more help selecting your workstations, see HP’s and CASE’s previous AUGI article from April 2014 on hardware configurations for Revit: .

With this infrastructure in place, and a couple of “lonely BIM” projects under your belt, even your small firm can be prepared for the 2016 deadline.

Fonte: AUGI