Três Ferramentas BIM Interessantes para Engenheiros Civis

Civil 3D

Autocad Civil 3D é a principal oferta para engenheiros civis. Ele cobre uma grande variedade de ferramentas para a engenharia civil, que modelam os projetos em um sistema BIM e interpretam em um contexto real.

O que é novo? O segundo pacote de serviços para AutoCAD Civil 3D 2016 já foi lançado. Segundo a Autodesk, ele deve resolver uma boa quantidade de “bugs” de versões anteriores.

Uma dessas atualizações arruma o problema de compatibilidade com o InfraWorks 360. O resto dos “bugs” corrigidos estão listados aqui.

 

Misturando com Project Kameleon

Essa pequena ferramenta é para o engenheiro civil que nunca consegue achar as partes certas de um projeto.

É uma prévia dos laboratórios de tecnologia da Autodesk: um aplicativo pensado como um teste. Se os apps forem bem recebidos, eles podem se tornar disponíveis comercialmente. A tecnologia pode também aparecer dentro de algum produto da Autodesk.

O Project Kameleon contém uma biblioteca de formatos que permite que os usuários escolham a partir de uma variedade de partes usáveis em infraestrutura. Porém, como isso não é suficiente, o app também permite que os usuários criem algumas partes usando o InfraWorks 360 e o AutoCAD Civil 3D. Isso inclui galerias, poços de visita, bocas de lobo etc.

O que é novo? Project Kameleon foi atualizado recentemente com alguns detalhes elegantes. Um deles é a habilidade de projetar tubos de pressão para o AutoCAD Civil 3D, significa que tubos, junções, válvulas e hidrantes podem ser criados para refletir suas pressões.

Outro novo detalhe é que os usuários do InfraWorks podem criar estruturas de pontes, como vigas, pilares e cais.

Assista ao vídeo abaixo para um rápido tour.

Nova Imagem de Bitmap

Project Boulder

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Outro pequeno diamante da Autodesk Labs, o Project Boulder é uma ferramenta “mão na roda” para deixar seus projetos altos e secos.

Ele combina simulações de inundações em 2D, do RiverFlow 2D do Hydronia com o InfraWorks 360 3D da Autodesk para demonstrar como projetos como prédios, pontes e estradas podem sofrer numa inundação. Essas simulações podem rodar diretamente no InfraWorks.

O que é novo? O Project Boulder preview foi recentemente estendido para Junho de 2016, então tem tempo suficiente para você testar.

Assista ao vídeo abaixo para uma rápida demonstração.

Capturar

FONTE: INFRABRASIL AUTODESK

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BIM do 3D ao 7D

MODELO COLABORATIVO

3D-BIM, gira em torno de um modelo de dados integrados a partir do qual as várias partes interessadas, tais como arquitetos, engenheiros, construtores, fabricantes e proprietários de projeto podem extrair e gerar pontos de vista e informações de acordo com suas necessidades. Visualizações tridimensionais permite aos participantes ver em tempo real as modificações feitas em uma parte do projeto, serem modificadas automaticamente nas outras partes.O “BIM” 3D ajuda os participantes a gerenciar sua colaboração multidisciplinar de forma mais eficaz na modelagem e análise de problemas espaciais e estruturais complexos. Além disso, cada ponto do modelo virtual possui uma informação parametrizada, de forma, que podemos prever a durabilidade de todos os componentes durante todo o ciclo de vida da edificação.

Benefícios

Melhorou a visualização do projeto, a comunicação da intenção do projeto.

Melhoria da colaboração multidisciplinar.

Redução do retrabalho

AGENDAMENTO

4D-BIM é usado para atividades relacionadas com planejamento local de construção. A quarta dimensão do BIM permite que os participantes para extrair e visualizar o progresso de suas atividades por meio do ciclo de vida do projeto. A utilização da tecnologia 4D-BIM pode resultar em melhor controle sobre a detecção de conflitos ou sobre a complexidade das mudanças que ocorrem durante o curso de um projeto de construção. 4D BIM fornece métodos para gerenciar e visualizar informações de status da construção, alterar impactos, bem como apoiar a comunicação em várias situações, como informar a equipe de construção ou advertência sobre os riscos.

Benefícios
Integração BIM com modelos de simulação 4D CAD trazer benefícios aos participantes em termos de otimização de planejamento.

Construtores e fabricantes podem otimizar as suas atividades de construção e coordenação de equipe.

ESTIMANDO

5D-BIM é usado para a composição de orçamento e análise de custo atividades relacionadas. A quinta dimensão de BIM associado com 3D e 4D (Tempo) permite aos participantes visualizar o andamento de suas atividades e os custos relacionados com o tempo. A utilização da tecnologia 5D-BIM pode resultar em uma maior precisão e previsibilidade de orçamentos, mudanças de escopo do projeto e os materiais, equipamentos ou mudanças de mão de obra. 5D BIM fornece métodos para extrair e analisar os custos, avaliação de cenários e impactos das mudanças.

Benefícios
Integração BIM com modelos de simulação 5D CAD permite o desenvolvimento de construções sustentáveis mais eficiente
s e rentáveis.

SUSTENTABILIDADE

6D-BIM, ajuda a realizar análises de energia consumo. A utilização da tecnologia 6D-BIM pode resultar em estimativas de energia mais completas e precisas no início do processo de projeto. Também, permite a medição e verificação durante a construção e melhores processos de escolha de instalações de alto desempenho. É nesta etapa que podemos associar o BIM com o Green Building, chamado por alguns autores de Green BIM. Dessa forma, é fácil ver que os dois conceitos conversam entre sim.

Benefícios
Integração BIM com modelos de simulação 6D leva a uma redução global no consumo de energia.

MANUTENÇÃO

7D-BIM é utilizado pelos gestores na operação e manutenção das instalações durante todo o seu ciclo de vida. A sétima dimensão do BIM permite que os participantes para extrair e rastrear dados de ativos relevantes, tais como status do componente, especificações, manutenção / manuais de operação, datas de garantia etc. A utilização da tecnologia 7D-BIM pode resultar em mais fácil e rápida substituição de peças, cumprindo e otimizado uma gestão racionalizada ciclo de vida de ativos ao longo do tempo. 7D BIM proporciona processos para o gerenciamento de subcontratante / fornecedor, facilitando a manutenção durante todo o ciclo de vida da construção. Nesta etapa, ainda não muito usada no Brasil, é que se enquadra nova norma de desempenho para edificações, a NBR 15575.

Benefícios
Integração BIM com modelos de simulação 7D CAD otimiza gestão de ativos desde a concepção à demolição.

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Primeiros passos BIM

Mudar para o BIM pode parecer uma tarefa assustadora. Este guia fornece uma estrutura simples que o ajudará a começar a colocar o BIM em prática na sua empresa.

A implantação bem sucedida do BIM requer um cuidado e uma abordagem estruturada, levando em consideração os vários componentes integrados nos negócios de uma empresa, começando com a visão e a liderança e estendendo para indivíduos que irão aplicar o BIM na execução diária de seus projetos. Os projetos piloto são componentes de um plano de implantação BIM bem elaborado. Este Guia esboça uma estrutura para auxiliar as empresas no planejamento para a implantação de projetos piloto BIM, e funciona como uma introdução para ser utilizada em conjunto com o Manual de Implantação do Piloto BIM.

O que é o BIM?

A Modelagem de Informação da Construção (BIM) é um processo que começa com a criação de um modelo de projeto inteligente em 3D e utiliza o modelo para facilitar a coordenação, a simulação e a visualização, assim como ajuda os proprietários e fornecedores de serviços a aprimorar o modo como as construções e infraestruturas são planejadas, projetadas, construídas e gerenciadas. O BIM pode aliviar muitos dos desafios empresariais com os quais arquitetos, engenheiros, profissionais da construção e proprietários se deparam, fornecendo melhores percepções antes do projeto e da construção e ajudando-os a tomar decisões fundamentadas. Em um projeto que aproveita as vantagens do BIM, as informações são coordenadas e consistentes, sendo eficiente em todo o ciclo de vida. O BIM também aprimora o planejamento, a previsão de custos e o controle do projeto—tornando a comunicação e a colaboração mais fáceis para as equipes.Inevitavelmente, a implantação do BIM
impactará no seu negócio e seus processos, assim como seu conjunto de ferramentas de tecnologia. Em relação a mudança para o BIM, você deve estar ciente de como os negócios, os processos e a tecnologia de sua empresa podem mudar, para que você possa posicionar melhor sua empresa e colher os benefícios do BIM futuramente.bim1

Uma estrutura para implantação do projeto piloto BIM

A implantação do BIM deve ser suportada pela empresa como um todo. Não pode ser uma iniciativa do departamento de TI ou de Pesquisa e Desenvolvimento, ou feita unicamente no nível de projeto ou disciplinar.

Entretanto, essas mesmas equipes – quando respaldadas por equipes líderes da empresa e suportadas por especialistas que possuem conhecimentos técnicos na implantação do BIM – podem iniciar a adoção do BIM com projetos pilotos, mensurar seus resultados e alcançar benefícios que mais tarde podem ser aproveitados em toda a empresa. Não importa o tamanho de seu projeto, se possui uma ou várias disciplinas. Existe um fluxo de trabalho de implantação do BIM com o qual você pode se beneficiar.

A estrutura de implantação apresentada é baseada em uma transformação organizacional iniciada com a visão e o patrocínio executivo, e é conduzida por um líder e sua força de trabalho no projeto da organização. A estrutura está dividida em três estratégias essenciais, cada uma integrada para a execução das outras:

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Visão BIM

É essencial, para o sucesso da implantação BIM, uma visão sucinta e bem articulada das lideranças executivas que a adoção do processo BIM irá alcançar para a empresa, assim como quais são os principais elementos da transformação e o que essa evolução irá mostrar em vários estágios. Isso não é apenas um ponto de vista, é uma narrativa de onde o BIM levará a empresa.

Utilize referências publicadas e guias para a implantação dos padrões e melhores práticas do BIM, tais como:

EUA

U.S National BIM Standard

Guia e Modelo do Planejamento da Execução do Projeto BIM da Universidade do Estado da Pensilvânia

NYC – Diretrizes DDC BIM

EMEA

Reino Unido – BSi Standard Framework and Guide to

BS1192 – Estrutura e Guia Padrão BSi para BS1192

Países Baixos – Rgd BIM

Finlândia – Building Smart

APAC

Cingapura – BIM Guide Version 2

Ou o Manual de Implantação do Piloto BIM da Autodesk, um bom ponto de partida. Porém, não há um mapa estabelecido que vá se ajustar à situação de cada empresa. Para ter uma implantação do BIM com sucesso, as empresas precisam de uma estratégia que aponte suas necessidades específicas e valores para o negócio. Uma conexão com um consultor de confiança que possa oferecer orientações sobre como melhor definir e executar a visão pode ser essencial para o sucesso de um piloto BIM.

Para realmente aproveitar as vantagens do BIM, a liderança executiva deve ser capaz de posicionar o BIM de acordo com os objetivos globais estratégicos de toda a organização.

Estas são algumas das considerações para a criação de uma visão efetiva do BIM: Seja inspirador e ambicioso A visão deve ser de longo alcance e ambiciosa o suficiente para unir os vários elementos da empresa. Um piloto BIM colocado como um exercício de implementação da tecnologia não fornece o momento necessário para manter o progresso. Eduque A liderança executiva pode precisar de instruções sobre o BIM e de considerações sobre seus impactos na configuração das estratégias corporativas. Uma boa maneira de começar é estabelecendo um relacionamento com um consultor de confiança, que tenha obtido sucesso na implantação do piloto BIM. Defina os cinco pontos principais O “quem”, “o quê”, “onde”, “quando” e “por que” transmitirá a cada parte da organização os detalhes completos da visão BIM, caso necessário. Algumas das perguntas serão contrariadas e podem precisar de liderança executiva para assumir riscos. Defina metas de realizações Começos bem sucedidos e a criação de metas ajudam a empresa a superar a improdutividade inicial e perceber aquilo que pode parecer como uma tarefa monumental. Cumprir metas também ajuda a criar “conquistas” de curto prazo que podem gerar energia e conduzir o momento do esforço em direção ao resultado idealizado.

Liderança BIM

A equipe de liderança deve assegurar que a visão do BIM é traduzida em táticas acionáveis, para produzir os resultados e o desempenho desejados em conformidade com os objetivos estratégicos da empresa.

O gerenciamento da mudança—uma mudança duradoura, sustentável—em qualquer empresa pode ser difícil e requerer estratégias criativas moldadas para cada cultura e particularidades da empresa. Aqui estão algumas táticas para gerenciar as mudanças associadas às iniciativas de implantação do BIM:

1. Ultrapassando as divergências

A ação tomada pelos executivos e pelas lideranças do BIM deve ser acompanhada por abordagens ascendentes, como avaliações, instrução e validação da mudança através do monitoramento de metas.

2. Comunicação de alto perfil

Um plano de comunicação de alto perfil demonstra a todos os participantes o compromisso da empresa com o BIM, ajudando a energizar a transformação e ultrapassar as divergências da teorização executiva com a realidade diária.

3. Treinamento e instrução

A adoção da tecnologia BIM requer novos conjuntos de habilidades e novas maneiras de trabalhar. Isso demanda um investimento em treinamento para assegurar que você tenha a pessoa correta no projeto correto.

4. Contratos e considerações legais

As ferramentas de BIM e seus processos associados podem impactar a relação contratual entre os proprietários e seus parceiros fornecedores. A colaboração permitida pelo BIM é uma mudança significativa para processos tradicionais, que deve ser direcionada no início do projeto com seus participantes.

5. Conformidade, auditoria e controle de qualidade

As revisões do projeto permitem que as equipes de liderança em BIM avaliem medidas eficazes, e padrões e processos da tecnologia BIM em um projeto piloto. A liderança BIM pode perceber erros, melhorar os padrões e processos, e replicar as melhores práticas.

6. Maturidade do BIM

A liderança do BIM determinará os principais indicadores para mensurar o progresso da organização na direção dos objetivos e metas definidos na visão. Um conjunto útil de medidas para o BIM pode ser sua maturidade, que mensura a capacidade de uma empresa em executar o BIM internamente e em seus projetos.

Primeiros passos com o seu projeto piloto

Com a base concluída, é hora de escolher um projeto piloto. Os praticantes do BIM escolhem um número de abordagens que inclui concluir um projeto fictício ou participar de uma competição fictícia, refazendo um projeto recente como uma comparação, ou iniciando um novo projeto ao vivo para um cliente. Tudo será validado e irá depender do nível aceitável de risco e mão de obra disponível para empreender seu trabalho atual.

Qualquer piloto deve incluir medição em todos os estágios principais, para entender como o BIM realmente melhorou o processo do projeto e/ou da construção. Os benefícios positivos para cada participante no processo pode também ser documentado para qualquer cálculo do retorno sobre o investimento.

As empresas descobrem que quando concluem mais projetos em BIM, e quanto mais rápido e melhor eles forem concluídos, maior será o retorno obtido. Assim como mudar da fase de planejamento para o CAD 2D, mudar para o BIM pode levarinicialmente a algumas baixas na produtividade enquanto domina o sistema. Para auxiliar com isso, é recomendado que a equipe do projeto piloto inicial não trabalhe em projetos CAD 2D tradicional e projetos BIM simultaneamente, o que poderia ser contraproducente para aprender o novo sistema.

Se um projeto ao vivo é uma opção, o ideal seria selecionar o cliente que aceite a nova tecnologia e tenha um entendimento do que o BIM pode fazer por ele. Os modelos BIM oferecem muitos benefícios para subprodutos e seus segmentos, como o gerenciamento das instalações e um claro entendimento do propósito do projeto original. A resistência às mudanças é um traço comum entre as pessoas, mas nossa necessidade constante é a
lcançar progressos na maneira em que trabalhamos. Mudar para o BIM requer
o suporte positivo do gerenciamento e da equipe principal, ainda mais em grandes empresas – juntamente com a definição das expectativas corretas no início do processo -, formulando um mapa e assegurando o nível apropriado do treinamento para os funcionários. Ao começar devagar e criar confiança, aumentando o núcleo de capacidades e experiências, a transição para o BIM irá acelerar a cada novo projeto.

Para empresas de construção, há uma dificuldade de avaliar projetos para capacidade de construção. Com ferramentas 2D, há uma certa quantidade de suposição, e mesmo algumas pessoas com anos de experiência podem cometer erros quando revisarem desenhos. Com o BIM, você pode representar o projeto realisticamente em 3D e ver como todos os elementos se integram. Mesmo que você não receba um modelo em 3D do arquiteto, você pode edificar um com base no modelo de construção nos desenhos 2D do arquiteto para confirmar o propósito do projeto. Você pode usar este modelo em todo seu projeto, desde determinar a capacidade de construção e verificar quantidades, até a sequência da programação e da construção. Como resultado, você pode ajudar os proprietários a entenderem como a escolha de vários projetos causa impacto nos custos, na programação e na logística.

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Fonte: Autodesk

BIM já é uma preocupação dos fabricantes de materiais de instalações

Docol inova e compartilha biblioteca de produtos no conceito BIM

Arquitetos, decoradores e engenheiros já contam com uma nova ferramenta para acessar e usar a biblioteca de produtos Docol em seus projetos. O DocolBIM é um aplicativo exclusivo e compatível com as três plataformas mais utilizadas na arquitetura, o AutoCAD®, Revit® e SketchUp™.

Além de disponibilizar todo o mix de produtos Docol dentro do conceito BIM, o aplicativo transforma o projeto tradicional em uma simulação virtual, oferece facilidades como sistemas multiplataformas, projetos em 3D e integração com produtos complementares, entre outras. Permite também que os componentes digitais sejam reconhecidos pelo sistema, agregando mais realismo aos ambientes e facilitando adaptações e ajustes ao longo do seu desenvolvimento.

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Para fazer o download gratuito e participar do treinamento on-line da ferramenta, clique aqui

O que é o TigreCAD®?

O TigreCAD® é um aplicativo para o software AutoCAD® e Revit® MEP desenvolvido para a Tigre S/A Tubos e Conexões pela OFCDesk. O TigreCAD® não é meramente um conjunto de Desenhos (Biblioteca) mas sim um software completo, destinado ao desenvolvimento e detalhamento dos projetos de instalações de Esgoto Predial, Água Fria, Água Quente, Drenagem Predial e Eletricidade Predial. Utilizando os mais modernos conceitos de BIM o TigreCAD® também atende plenamente aos usuários da plataforma Revit® MEP.

Através de uma interface gráfica amigável e interativa são disponibilizadas ferramentas especiais para a inserção, edição e quantificação dos produtos Tigre inseridos em projetos do AutoCAD® e Revit® MEP. Todos os produtos são disponibilizados em 3D facilitando a integração com projetos arquitetônicos e possibilitando uma percepção moderna dos projetos de tubulações.

Desenvolvido com tecnologia de ponta para AutoCAD® e Revit® MEP, o TigreCAD® permite que os usuários possam projetar voltando sua atenção para o projeto. As regras e configurações dos produtos Tigre fazem parte das ferramentas de desenho evitando que o usuário cometa erros básicos em encaixe de produtos, posicionamento, diâmetro e compatibilidade. As tubulações e o projeto podem ser validados também segundo as normas NBR dentro do próprio projeto.

Todos os produtos estão disponíveis em páginas específicas contendo suas imagens reais, o que torna mais fácil a sua seleção com um simples clique do mouse. Após o término do desenho, ou a qualquer momento, o usuário pode efetuar a quantificação dos itens utilizados obtendo uma lista completa com a descrição, a quantidade e o código comercial dos mesmos. Esta lista pode ser visualizada na tela ou até exportada como arquivo de texto no formato CSV compatível com diversos aplicativos como o Microsoft Excel®.

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DecaBIM

Buscando atender a crescente demanda dos profissionais por famílias de louças e metais sanitários para projetos com o conceito BIM (Building Information Modeling), a Deca é o primeiro fabricante nacional de louças e metais sanitários a oferecer uma biblioteca desenvolvida para os projetos com esse conceito.

A biblioteca foi desenvolvida inicialmente na plataforma Autodesk Revit® em conjunto com as empresas especialistas quattro D e Corbis Global, contando com a participação de profissionais de escritórios de arquitetura, sistemas prediais e construtores no processo de desenvolvimento dos modelos, de forma a garantir a qualidade e funcionalidade esperada pelo mercado, bem como a utilização plena da biblioteca no dia a dia dos profissionais nas diversas fases de projetos de edifícios. Todo este processo contou com o envolvimento da fabricante do software.

Com a biblioteca DecaBIM, a Deca visa auxiliar os profissionais do mercado a obter maior agilidade, sofisticação e facilidade ao desenvolver seu trabalho, de forma a promover a valorização dos projetos de arquitetura e engenharia, o desenvolvimento tecnológico da construção civil, além de fornecer uma biblioteca com a qualidade esperada pelo mercado e desempenhar seu papel como empresa líder e inovadora.

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A biblioteca será lançada em etapas, com um pacote específico de tipos e/ou linhas de produtos, de forma que os profissionais do mercado possam dar sua opinião sobre o conteúdo desenvolvido. Para baixar a biblioteca Deca clique aqui.

How small firms should prepare for the BIM 2016 mandate 

Clique aqui para ler em português

The Government Construction Strategy

The Government Construction Strategy is a policy paper issued by the UK Government that sets the target of reducing the cost of government construction projects by 15-20 percent “by the end of the current Parliament.” One of the key initiatives is to mandate “fully collaborative 3d BIM [Building Information Modeling] by 2016.”

This means that in two years, anyone involved with a government project in the UK will be contractually obligated to use BIM. While the policy only pertains to publicly procured projects, it is expected to catalyze similar requirements from the private sector. So whether or not you do governmental work, collaborative BIM is likely to become a prerequisite for most medium to large projects in the UK within the next couple of years.

Collaborative BIM

There are many ways to use BIM. At its most basic, BIM can be used inside a firm to produce design documentation. This is sometimes called “Level 1 BIM” or ”lonely BIM” because the model is only used internally and not shared with external partners. Communication with partners still happens using traditional drawings sets.

The UK government has mandated a more sophisticated form of BIM called “collaborative BIM,” also known as “Level 2 BIM” or ”social BIM.” In this scenario, the model is developed by multiple companies. The architect, MEP engineer, and other consultants all create a model. These models are then shared so that project participants can check things, such as whether the duct from the MEP engineer clashes with the column designed by the structural engineer. Data extracted from these models are shared in a similar way. Rather than just producing traditional drawings, the architect might give a fabricator geometric data for a CNC machine or they might generate a COBie spreadsheet of all the assets in the building for the building owner.

Could this harm small businesses?

Some in the industry are concerned that small firms might be disadvantaged by the 2016 BIM requirements since small firms are much less likely to be using BIM. The 2014 NBS National BIM Report shows that BIM is used by only 35 percent of small firms with up to five employees. Firms with more than five employees are almost twice as likely to be using BIM, with 61 percent of them having already undertaken the adoption.

The differences of scale make sense historically. Large firms working on large projects have had the most to gain from the benefits BIM offers in terms of systematically organizing and sharing building information. Large firms have also benefited from having dedicated IT staff to guide the transition, as well as the resources to absorb potential disruptions. In contrast, small firms have had less flexibility and less financial incentive to undertake the change.

These differences in scale are becoming less pronounced. Small firms have more reasons than ever to adopt BIM, and many are already racing to undergo the adoption before 2016. Fortunately, this is easier than ever. The pioneering work has already been done by other firms. The best practices are established, many of the contractors and owners are primed to accept BIM, and the technology is mature. It is a perfect time for small firms to make the change.

Adopting BIM before 2016

A common misconception is that your firm can adopt BIM just by purchasing the right software. This is an easy mistake to make. Unfortunately, it’s a mistake that leaves a lot of firms in trouble.

Many of the difficulties associated with adopting BIM can be avoided if a firm realizes that BIM isn’t about the software, it’s about change management. Your employees don’t just have to learn a new software, they have to learn a new way of delivering projects.

Small firms adopting BIM benefit from a lack of institutional bureaucracy that could hinder adoption. Change may be easier to initiate, but it still requires leadership. For a successful adoption, it is paramount that someone within the firm takes responsibility for the adoption. So identifying the BIM leader is the first step. The leader must be technical, ideally with experience in delivering BIM projects. If this person doesn’t exist within your organization, consider hiring them or employing a consultancy.

Once the BIM leader is in place, the next steps are to begin making the switch. At a small firm, it’s practical to make the switch in unison. Select a project that everyone can be involved with – preferably one that’s not too difficult or time constrained. Staff training should begin as close to the project kickoff as possible to ensure there isn’t a significant gap between training and application. Once the first project starts, someone experienced in BIM should guide the project so that modeling mistakes are proactively addressed before they become serious problems down the line.

For the first project, you will probably use BIM just internally to generate design documents. This isn’t a particularly ground-breaking application of BIM, but it’s a safe place to start. As you grow more confident, you will be well positioned to start working towards the collaborative BIM requirements for 2016.

An infrastructure for adoption

It’s important that your infrastructure is designed to support the expected workload. BIM places new demands on your infrastructure. Most obviously, if you want to undertake collaborative BIM, you must have the network to support the exchange of data internally and externally. This will typically involve having a reliable internet connection, robust internal networking, and an internal server. For a small office, the server doesn’t have to be especially powerful. At a minimum, we recommend 16GB of memory, a 2.6GHz four-core Intel® Xeon® processor, and a couple of terabytes of storage. HP sells a range of servers targeted at small to medium businesses. The HP ProLiant ML350e is a great choice because it doesn’t require any special cooling or housing. You can just set it up in the corner of your office and have it serve the BIM files.

In addition, it is important to have the right desktop computers. BIM places significantly more demands on your hardware when compared to traditional 2d CAD drafting. Look for workstations that have been certified to run your Autodesk software. They should include SSDs for fast file opening, at least 16GB of RAM, a mid-range GPU, and a fast Intel Xeon processor. For more help selecting your workstations, see HP’s and CASE’s previous AUGI article from April 2014 on hardware configurations for Revit: .

With this infrastructure in place, and a couple of “lonely BIM” projects under your belt, even your small firm can be prepared for the 2016 deadline.

Fonte: AUGI